Quase sempre, leio empunhando, de preferência, (já que vamos falar de marcas) um Johann Faber, atual Faber-Castell, com a ponta fininha feita, cuidadosamente, num bom apontador de metal. Leio sublinhando frases bem construídas, boas idéias contadas com clareza e tudo o que considero informação relevante. Li os 42 artigos publicados, hoje, no Caderno Marcas de Quem Decide do Jornal do Comércio. A seguir, o que sublinhei:
1) (...) O mundo mudou, os consumidores mudaram e é deles que partem as decisões, e não mais da produção da fábrica. Com um mix de ofertas diárias e de informações, os consumidores assumiram com determinação o comando. Têm o poder de escolher e nos trazem a dificuldade de fidelização. Mas eles também têm sensibilidade. E o caminho para a empresa não pode ser outro que não seja a prática da sinceridade e da simplicidade.” Clóvis Tramontina – Presidente da Tramontina
2) (...) Antes de repetirmos a palavra branding, feito papagaios, seria muito mais útil nos perguntarmos se demos um nome adequado ao nosso produto. Sim, o prosaico nome do que disponibilizamos para o mercado pode ser um agente poderoso de vendas ou uma barreira difícil de ser transposta pelo nosso potencial consumidor. (...) É de bom senso parar um pouco de ler livros de aeroporto e nos perguntarmos se o nosso nome tem ajudado ou atrapalhado os negócios. E se seria o caso de mudá-lo. Isto visto, seria interessante submetermos nossa logomarca à avaliação de alguém do ramo, principalmente se ela for produto de um arroubo de “criatividade doméstica”. (...) O maior risco que corremos, aliás, ao tentar desenhar a nossa logomarca em casa é gostarmos do resultado.”Stalimir Vieira – Diretor da Base de Marketing.
Amanhã, tem mais.
segunda-feira, 26 de março de 2007
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