"Certas canções que ouço / cabem tão dentro de mim / que perguntar carece / Como não fui eu que fiz." (Milton Nascimento)
Enquanto devorava, silencioso e reverente, o majestático filé servido no almoço da AMCHAM, ouvi o Presidente do Grupo Talent falar do medo do novo. O maior de todos os medos do homem, segundo ele. Que aquecimento global, que nada! O medo do novo nos atormenta, paralisa, embrutece e emburrece (observações minhas) e tem levado milhares de empresas à falência (constatação dele com a qual concordo integralmente). A origem do cagaço está na certeza de que o novo não substitui o velho (a lâmpada não substituiu a vela. A lâmpada matou a vela). Ou seja, o novo mata o velho (o trocadilho é infame, eu admito).
quinta-feira, 12 de abril de 2007
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